terça-feira, 21 de agosto de 2012

SOBRE A COMPRA DE FILHOTES

                                                               SOBRE A COMPRA DE FILHOTES        
Temos alguns filhotes disponíveis no momento, para famílias selecionadas. 
Para maiores informações. por favor entre em contato por email:renata@liliescavaliers.com

ATENÇÃO: A RESERVA DO FILHOTE SÓ É CONFIRMADA MEDIANTE DEPÓSITO BANCÁRIO.

TROUXEMOS 5 NOVOS REPRODUTORES DOS EUA!!!

                                                                 TROUXEMOS 5 NOVOS REPRODUTORES DOS EUA!!!       
Após 15 dias de viagem, trouxemos 5 novos cães entre 6 meses e 2 anos de idade para reprodução. Os cães vieram de Atlanta, da nossa parceira do Castlekeep Cavaliers. Os cães são maravilhosos, os pedigrees são lindos, e a linha de sangue, saudável. Estamos ansiosos por vê-los atuar nas pistas brasileiras. Em breve colocaremos as fotos!

Conheça aqui a história desta raça tão maravilhosa!



                                        Conheça aqui a história desta raça tão maravilhosa!   

O Cavalier King Charles Spaniel de hoje em dia é descendente direto dos pequenos Toy Spaniels observados tão frequentemente em quadros dos séculos XVI, XVII e XVIII.  Os Toys Spaniels eram os cães mais comuns das mulheres do reino ingles daquela época. A raça era utilizada para ficar no colo de suas donas, aliviando a cólica menstrual. Historiadores dizem que o rei Charles II era constantemente visto com pelo menos 2 ou 3 cãezinhos aos seus pés. 
Após essa época, os Toy Spaniels perderam popularidade e não foram mais vistos, com exceção dos Spaniels brancos e castanhos que estavam sendo criados pelo Duque de Marlborough, no Palácio de Blenheim tanto para caça quanto para fazer companhia para as damas.
No século XVIII, cães com focinho achatado, como o Pug, estavam na moda, e o Toy Spaniel passou a ser criado com o focinho cada vez mais curto (foi criado o King Charles Spaniel, atualmente chamado de English Spaniel). Somente no século XIX, em 1924, o americano Mr Roswell Eldridge, apaixonado pelos Toys Spaniels, foi à Inglaterra e ficou decepcionado quando percebeu que os antigos Toy Spaniels com focinho comprido não existiam mais. Ele ofereceu prêmios em dinheiro durante 5 anos consecutivos, para os criadores que levassem para a CRUFTS (mais antiga e tradicional exposição do mundo que acontece anualmente na Inglaterra) os melhores cães, com focinhos mais longos e mais parecidos com os cães da época do Rei Charles II. Foi então recriada a raça, e, para diferenciá-la dos cães criados na época, com o focinho achatado, então chamados de King Charles Spaniel, foi adicionada a palavra Cavalier na frente do nome. Em 1928 foi fundado o primeiro clube da raça e escrito o padrão da raça, baseado no cão chamado Ann´s Son, de propriedade da Sra. Mostyn Walker. A raça só foi reconhecida na Inglaterra em 1945, e nos Estados Unidos, somente em 1996.
No Brasil, a raça foi trazida pela criadora Suzan Grant, no Rio de Janeiro, na década de 1990.
Em São Paulo, o Canil Lilies Cavaliers dedica-se exclusivamente à raça desde 2001.

Lilies virou Capa de Revista!

No mês de Agosto, nossos cães foram Capa da Revista Pequenos Cães, uma revista dedicada exclusivamente a amantes de cães de companhia!

E tem mais, a MONALISA, DA LUCIANA E DO ENZO, saiu na seção do leitor! Confiram, a revista ficou linda! Também, modéstia parte, com essas modelos...

Para que pergunta se o Cavalier é uma boa raça para crianças...as fotos falam por si!!!


Para que pergunta se o Cavalier é uma boa raça para crianças...as fotos falam por si!!! 

Noah, 2 anos e seu novo irmãozinho Luiz Fernando de 2 meses

Simon, após temporada de 1 ano em solo brasileiro, retorna para os EUA

O Campeão Americano Blue Tide Simon Sez, de propriedade do nosso querido amigo Keith Robbins, veio da Flórida para o Brasil em abril/10. Após um ano em solo brasileiro, reproduzindo e participando de exposições (tornou-se Campeão Brasileiro, e foi extremamente elogiado pelos mais conceituados juízes do mundo), Simon voltou à sua casa em Fortlauderdale, Flórida. Sentiremos saudades...

O CAVALIER É A RAÇA CERTA PARA VOCÊ???

O Cavalier King Charles Spaniel (CKCS) é uma raça carinhosa, muito submissa (ideal para quem não tem experiência em educar cães), de fácil aprendizagem e que adora colo. Não é à toa que era usado como "bolsa de água quente" pelas rainhas da corte inglesa, para aliviar cólicas menstruais.
     A raça pertence ao Grupo 9 (Cães de Companhia). Como o próprio nome do grupo já diz, é um cão que gosta, essencialmente, de ficar próximo ao dono, fazendo-lhe companhia. Dentre as raças de cães pertencentes a esse grupo, o CKCS é a maior e mais robusta delas. O que significa que o CKCS é um cão extremamente flexível: adora passar o dia inteiro no sofá, no colo, assistindo televisão com o dono, na maior preguiça e; por outro lado, também é uma ótima companhia para um longo passeio no parque ou para uma viagem à fazenda. Também é uma raça muito utilizada para praticar agility.
     MACHO OU FÊMEA???? Esta é uma dúvida muito frequente. Diferente do que ocorre em outras raças, o macho do CKCS é mais dócil, mais carinhoso e mais fiel do que a fêmea. O criadores ingleses mais antigos, costumam dizer que a fêmea te ama, mas o macho é APAIXONADO por você. Para evitar as dores de cabeça com o mau comportamento de alguns machos, como marcar o território (sofás, tapetes...), sugerimos que se faça a castração aos 6 meses de idade, após o término de todas as vacinas. Com isso, o macho não aprende a marcar o território com urina (comportamento induzido pela produção de hormônios, que ocorre a partir dos 7 ou 8 meses de idade, ou seja, na adolecência) e continua abaixando para urinar, mesmo quando adulto, como fazia quando filhote.
COMO É A ADAPTAÇÃO EM APARTAMENTOS? O CKCS tem um baixo nível de atividade, o que o torna uma raça ideal para apartamentos. É claro que ele vai precisar de algum exercício, mas não indicamos que eles sejam acostumados a exercícios diários com a finalidade de alívio das suas necessidades fisiológicas...Sugerimos acostumá-lo a urinar em tapetes higiênicos (fraldinhas vendidas em petshops) ou em jornal, na lavanderia, ou varanda. Imagine um dia frio, chuvoso, você com gripe, doente, na cama, e o seu CKCS apertado para ir no banheiro, na rua??? O ideal, é que a rua seja apenas exercício, mas não um banheiro. Se esse for o caso, então os passeios precisam ocorrer no mínimo 3 vezes ao dia! IMPORTANTE: telar todas as janelas e varandas do apartamento, antes da chegada do filhote, pois eles pulam mesmo quando adultos. O Cavalier NÃO é esperto para isso.
EU TRABALHO FORA DURANTE O DIA. MEU CÃO PODERÁ FICAR SOZINHO POR ESSES PERÍODOS? A resposta é sim, com alguns "poréns": se o cão ficar sozinho durante o dia inteiro, ele vai se adaptar sim à rotina, vai dormir enquanto você estiver fora, mas estará no pique total para brincar e receber carinho quando você chegar, cansado, depois de um dia inteiro de trabalho; você pode compensar isso deixando-o dormir no seu quarto, ou até mesmo, em sua cama. CIUDADO IMPORTANTE: filhotes, que ainda não foram eduacados, quando estiverem sozinhos em casa ou sem supervisão, devem ficar em ambientes com espaço restrito e livre de perigos domésticos (fios elétricos, escadas, piscinas etc) e longe de problemas (móveis e tapetes para roer...).
 O CAVALIER APRENDE A ANDAR NA RUA SEM COLEIRA? De jeito nenhum!!! O CKCS é uma raça que não conhece o perigo, nem quando adulto. Não tem noção de que passar na frente de um carro pode lhe fazer mal. Não tem noção que pular de uma sacada pode matá-lo. Deve ser sempre tratado como uma criança de 2 anos de idade.


National Cavalier Show Orlando 2010

Em abril fomos para a Exposição Nacional da raça em Orlando, EUA. Lá vimos os melhores Cavaliers dos EUA, tivemos contato som os melhores criadores, revimos amigos e trouxemos um novo padreador para aprimorar nossa linha de sangue.

O QUE É SERINGOMIELIA??? ESCLARECIMENTOS SOBRE A DOENÇA ABORDADA DE FORMA SENSACIONALISTA PELO PROGRAMA

SOBRE O PROGRAMA. Ontem, 28/07/2009, a emissora de TV a cabo Animal Planet estreou um programa inglês, de produção independente, chamado "Segredos do Pedigree" (Pedigree Dogs Exposed), cujo foco principal foi nossa raça, tão querida, Cavalier King Charles Spaniel. Nada contra a emissora, que eu, particularmente, gosto muito, e que sempre passou programas sobre exposições de beleza em cães de raça. Mas o programa em questão, apesar de relatar várias verdades, e de mostrar uma criadora imbecil e inconsequente, foi sensacionalista, radical e de mau gosto.
Então, apesar da minha área ser a oftalmologia, como médica veterinária, gostaria de tentar explicar melhor a doença e o que nós, criadores sérios, estamos fazendo para tentar evitá-la.
Em primeiro lugar, o programa mostrou proprietários de Cavaliers dizendo que, quando adquiriram os animais, não sabiam nada sobre a doença. Isso porque eles não se informaram sobre a raça, antes de comprá-la. Somos completamente contra a compra por impulso, e sempre sugerimos que se estude muito sobre as raças antes de decidir qual é a que mais se encaixa no estilo de vida de cada um. Claro que o criador tem obrigação de informar os interessados e clientes sobre as doenças mais comuns na raça criada (embora a maioria não o faça). Porém, o comprador também tem a obrigação de pesquisar e estudar a raça, antes mesmo de comprar um filhote. Com a internet, hoje em dia, não existe desculpa para a falta de informação.
SOBRE A SERINGOMIELIA (SM). Os criadores sérios de CKCS estão sim muito preocupados com a doença, assim como com a doença da valva mitral (também muito frequente na raça). Muito do dinheiro que financia as pesquisas sobre seringomielia vêm da doação dos clubes de criadores de CKCS ingleses e americanos.
A SM é a formação de dilatações ao longo da coluna cervical, próxima à região da nuca, por causa de mal-formações nos ossos do crânio (caixa óssea que envolve o cérebro e cerebelo), que causam uma interrupção do fluxo do líquor (líquido que circunda o cérebro e medula espinhal). Síndrome semelhante também ocorre no homem. Dizer que os Cavaliers têm um crânio muito pequeno para o cérebro, como "um pé 42 em um sapato 38" é errado. Tal lenda já foi propagada anteriormente com relação ao Doberman, quem já não ouviu? Esta comparação serve apenas para ilustrar a doença SM, ou seja, indivíduos doentes, sejam cães ou pessoas. O crânio normalmente desenvolve-se de acordo com o tamanho do cérebro. Se o cérebro cresce muito (como em casos de acúmulo de líquido, que ocorre na hidrocefalia ou "cabeça d'água"), a caixa óssea acompanha. É por isso que cães hidrocefálicos têm a cabeça tão grande.
Várias raças, principalmente as braquicefálicas (focinho achatado), inclusive seres humanos, podem apresentar SM. A mal-formação óssea que ocorre na região da nuca, também é chamada de mal-formação de Chiari.
Para diagnosticar a doença, é necessário um exame chamado Ressonância Magnética, que, na medicina veterinária, só é realizado no Rio de Janeiro, sob anestesia geral. A princípio, pensou-se que cães que apresentassem a mal-formação de Chiari, iriam apresentar, necessariamente, a seringomielia, e portanto, não deveriam acasalar. Mas depois de muitos estudos, chegou-se a algumas conclusões: muitos Cavaliers apresentam algum grau de mal-formação, provavelmente devido ao formato achatado da cabeça, mas, não necessariamente apresentam a seringomielia; cães que sofrem de seringomielia apresentam vários graus de mal-formação, porém não se conseguiu relacionar a gravidade da mal-formação com a gravidade da doença. Desta forma, um cão com morfologia craniana diferente não significa um cão doente. Além disso, cães sem mal formação podem produzir filhotes com mal-formação. Concluiu-se, portanto, que a ressonância magnética é um ótimo exame para diagnosticar cães doentes, porém não é um bom exame para selecionar reprodutores.
O ideal é que os genes responsáveis pela doença sejam identificados. Acredita-se que mais de um gene, recessivo, cause a doença. Quando isso acontecer, poderemos fazer DNA dos reprodutores e excluir os portadosres desses genes. Muitas faculdades e entidades de pesquisa estão trabalhando com esse propósito.
A nós, criadores conscientes, só nos resta tentar "fugir" das linhas de sangue sabidamente doentes ou suspeitas. Um dos nossos padreadores, Castlekeep Majic Dragon, já foi testado com ressonância magnética, nos EUA, e passou, com A. Não estamos, de forma alguma, ignorando a doença. Não apoiamos o depoimento da criadora inglesa Beverly Costello, que disse, no programa, que acasala seu macho já diagnosticado com seringomielia, fazer isso é um absurdo, uma covardia, um atentado contra a raça. Nenhum criador consciente, que ama a raça, faria isso. Cabe ao criador sério, e ao profissional médico veterinário, usar seus conhecimentos para reduzir a incidência destas doenças nesta raça que tanto amamos.
Que o cavalier tem muitas doenças genéticas, isso tem. Todas as raças têm também. Um Boxer pode morrer de câncer? É muito provável que sim. Nosso querido vira-lata, Negão, com 8 anos, teve uma morte súbita por causa de um câncer no coração. Temos uma vira-lata, a Pepê, que tem estenose pulmonar (uma doença cardíaca congênita). Os dois, vira-latas. Querer acabar com os cães de raça por conta de doenças genéticas seria uma atitude muito simplista, para não dizer burra. Seria o mesmo que negar, a um homem com histórico de câncer na família, o direito de ter um filho. A medicina sabe que seu filho poderá sofrer deste mal, mas quem tem o direito de impedir? O fato é que todos os cães, assim como nós, humanos, vão morrer de alguma coisa: doenças, acidentes, assassinatos...e isso só cabe a Deus decidir...

Para mais mais informações:
http://www.cavaliersonline.com/health/syringoinfo.htm

FESTA DE BOAS VINDAS PARA VANESSA - MATO GROSSO DO SUL!!!

Olha que festa maravilhosa a Vanessinha ganhou ao chegar na sua casa nova no Mato grosso do Sul, tudo organizado por sua mamãezinha Piera, 5 anos!!!!
a mesa do bolo... a mesa do bolo...
A mesa do bolo!
Muitos convidados....todo mundo quis pegar no colo....
Com a mamãe Piera
Olha esse bolo!!!!

E depois, muita diversão na piscina!!!

MATÉRIA PUBLICADA NA REVISTA CÃES E CIA DE MAIO DE 2009 POR RENATA SQUARZONI

A IMPORTÂNCIA DO EXAME OCULAR PERIÓDICO EM CÃES REPRODUTORES

As doenças genéticas em cães de raça causam muitos transtornos e aborrecimentos tanto para proprietários quanto para criadores. Cães de qualquer raça podem apresentar doenças genéticas oculares, com destaque para catarata, atrofia progressiva de retina (PRA), displasias de retina e alterações palpebrais. A catarata ocorre quando o cristalino (lente do olho) perde sua transparência e fica opaco. É considerada hereditária quando aparece entre 2 e 9 anos, geralmente, e sua correção é exclusivamente cirúrgica. O diagnóstico da catarata pode ser realizado por meio de exame oftalmológico de rotina, após a dilatação das pupilas. A PRA é a degeneração (morte) do tecido nervoso da retina, causando cegueira noturna, inicialmente, e diurna, posteriormente. Não existe tratamento para esta doença e o animal portador pode ficar cego em cerca de um ano. O grande desafio no controle da PRA é o fato da doença aparecer por volta dos 7-8 anos de idade, quando o animal já reproduziu. Felizmente já existe teste de DNA, disponível nos Estados Unidos, que possibilita a detecção do gene em animais de qualquer idade. As displasias de retina são anormalidades congênitas na estrutura da retina, como dobras ou pregas, que podem causar descolamento de retina e cegueira, dependendo da extensão. Não existe tratamento, porém as displasias de retina podem ser diagnosticadas no exame de fundo de olho. Entre as alterações palpebrais hereditárias mais comuns estão o entrópio (parte ou toda margem palpebral voltada para dentro, em direção ao olho, causando o atrito dos pêlos com a superfície ocular), a distiquíase (cílios extras, posicionados anormalmente na margem palpebral, tocando a córnea) e o ectrópio (inverso do entrópio, ou seja, parte da margem palpebral voltada para fora, causando exposição anormal da conjuntiva e da superfície ocular). Todas essas alterações podem causar lacrimejamento excessivo, secreção ocular, conjuntivite, ceratite e úlcera de córnea, necessitando de correção cirúrgica.
            Nos Estados Unidos, o Colégio Americano de Oftalmologia Veterinária (ACVO – American College of Veterinary Ophthalmology) criou o CERF (Certification Eye Registration Foundation - Fundação de Registro de Certificação Ocular). Veterinários oftalmologistas reconhecidos pelo ACVO (eles fazem uma prova para serem reconhecidos especialistas) podem fornecer o certificado do CERF para cães por eles examinados, que é válido por um ano. Uma cópia desse certificado é enviada à Universidade de Purdue, Indiana, EUA, onde é realizada estatística anual de todas as doenças genéticas oculares de todas as raças reconhecidas pelo AKC (American Kennel Club). Com isso, os criadores e veterinários sabem se uma doença genética está aparecendo com maior freqüência em uma determinada raça, e podem tomar as providências necessárias.
            No Brasil, infelizmente, a especialidade “oftalmologia veterinária” não é reconhecida pelo CFMV (Conselho Federal de Medicina Veterinária). Entretanto, existem muitos veterinários especializados em oftalmologia veterinária no país, apresentando condições técnicas de examinar e diagnosticar doenças genéticas oculares em cães, mesmo sem o título. O Colégio Brasileiro de Oftalmologia Veterinária ainda não tem um certificado de exame ocular unificado para o país inteiro, o que seria ideal. Mas, tanto o reconhecimento da especialidade, quanto a criação de um certificado único no país, já estão em discussão e devem ocorrer nos próximos anos. Porém isso não é motivo para os criadores brasileiros não levarem seus cães reprodutores para o exame ocular, com médicos veterinários qualificados e especializados. O exame deve ser anual, pois algumas doenças, como a catarata, não estão presentes ao nascimento e podem se desenvolver tardiamente.
            Cabe aos criadores fazer o possível para evitar o aparecimento e desenvolvimento dessas doenças em seu canil, através do controle dos reprodutores. Ainda, cabe aos proprietários pesquisar, estudar a raça escolhida, conhecer suas doenças genéticas mais freqüentes, e procurar criadores idôneos que testem seus cães com exames periódicos.

Confira nossa participação na Exposição Nacional de CKCS do American Club of Cavalier KCS!



Cão: Castlekeep Paloma Chiffon (Jackie)
Proprietária e criadora: Marlene Anderson
Handler: Renata Squarzoni
Cão: Castlekeep-Aba Tiger  (irmão de ninhada da nossa Kim Kim)
Proprietária e criadora: Marlene Anderson
Handler: Julie Howard
Primavera em Cape Cod!

O Noah fez um aninho

O Noah fez um aninho de vida. Seus pais prepararam uma linda festa para toda a família!


Com a mamãe Carol e o papai Gustavo
Com a vovó Maria
Com a titia Renata
Quanta coisa gostosa! Que capricho!
teve até lembrancinha...
No fim da festa, deu um soninho...